Viva o Casamento
a partir do romance "Alves & Cia." de Eça de Queirós
Eça … Gomes e os Anos 60!
No triângulo amoroso desta novela reencontramos as demissões e ambiguidades do nosso quotidiano. A fraqueza humana disfarçada por rasgos de desagravo de honra, que rapidamente tombam quando há interesses a defender. Salda-se pelo esquecimento.
Tudo se esquece… quando é perigoso lembrar!
Em "Viva o Casamento!" a acção decorre em Lisboa, no princípio dos Anos 60! A firma "Alves e Cia." sofreu trespasse e mudou de ramo. Passou a chamar-se: "Alfredo Pato e Cia. - Modas e Confecções".
Nesta história de amor a personagens deixam-se embalar por belas canções românticas, tais como: "Eu Sou Pecadora", "Onde estás felicidade?", "Amor! Amor! Amor!" e outros êxitos dos Anos 60.
O senhor Alfredo Pato, dono do estabelecimento de modas e confecções, estava convencido que tudo corria bem entre ele e a sua querida e jovem esposa, Dona Maria de Lurdes, a quem ele carinhosamente chamava "a sua Lulu"; mas um dia no quarto aniversário do seu casamento, encontrou-a nos braços doutro homem. E para o sofrimento ser ainda maior, esse homem era o seu melhor amigo… e sócio da firma que ele dirigia!
Com o acordo dos seus dois colegas e amigos, Eugénio Meireles tenta descobrir se Alfredo Pato realmente o viu nos braços de Lulu. Inventa um estratagema que põe fim a todas as dúvidas. Os amigos vão a casa de D. Maria de Lurdes e descobrem que Alfredo Pato sabe de tudo. O pai, Senhor Salvaterra tenta convencer o genro. E tudo acaba bem.
As personagens
Luís Carvalho, balconista
Maria de Lurdes Salvaterra, a "Lulu"
Adalberto Salvaterra, pai de "Lulu"
Alfredo Pato, marido de "Lulu"
Glória, a criada
Eugénio Meireles, sócio de Alfredo Pato
Teles de Medeiros, balconista
Tenda do Chapitô, em Lisboa
1 Agosto a 9 de Setembro, 2001
Reposição: Maria Matos Teatro Municipal - Fevereiro, 2002
Digressões efectuadas:
Outubro, 2001 – Fórum Cultural da Maia, Festival Internacional Teatro Cómico Maia
Novembro, 2001 – Fórum Cultural do Seixal, XVIII Encontros de Teatro do Seixal
Julho, 2002 – Cine-Teatro São João
Setembro, 2002 – Auditório Municipal da Guarda, Festival Internacional Teatro Guarda
